Mostrando postagens com marcador MATERIAL ACADEMICO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MATERIAL ACADEMICO. Mostrar todas as postagens

7.09.2009

A CRISE FINANCEIRA E A LOGÍSTICA


Observa-se, que em todos os locais e meios de comunicação a crise financeira que afetou profundamente os EUA, hoje assola diretamente aos países desenvolvidos e subdesenvolvidos, onde há quebras de instituições importantes, espalhando pânico entre os investidores e que gera um efeito dominó sobre o restante do mercado, colocando em risco o sistema como um todo.

Uma crise financeira tem seu inicio em um distúrbio, cujo denominam-se de "deslocamento", o qual pode ser provocado pela mudança da política econômica do país, inovação tecnológica ou mesmo por indício de guerra. Quando se tem uma crise como esta a mesma acaba afetando vários setores economicos, dentre essas a bolsa de valores, cujo investidores preferem deixar de investir em ações, pelo fato de sempre existir grandes oscilações, logo reaplicam em investimentos mais seguros. Álem desses argumentos, a crise afeta os preços dos ativos e bens, dentre esses os imóveis e commotities. Os prejuízos ocorridos pela crise se concentra principalmente pelo maior tempo do prazo de entrega, menor disponibilidade de bens, pouca flexibilidade, menor cumprimento dos prazos, dentre outros compromissos empresas - fornecedores como a menor facilidade de colocação de pedidos.

O custo logísticos são afetados diretamente através das potencialidades das três áreas logísticas:

Suprimentos
: no momento todas empresas devem ter maior atenção no controle dos estoques, pois eles darão sustentabilidade de sobrevivência.

Produção: toda produção se completa com planejamento, além disso um controle incansável de estoque deve garantir que não hajá
gap's ou (falhas durante a produção).

Preço: os preços não são formadores de base direta nos custos, no entanto os custos sempre influenciam na formação de preços de produto, principalmente ao longo prazo.

No mercado há grande concentração de empresas que pagam elevados preços com custo logísticos, principalmente pela falta de investimento na infra-estrutura e no transporte logístico, estudos mostram que no Brasil o preço do fretamento é muito mais baixo comparado com outros países. Entretanto, muitas vezes as empresas pagam altos preços por estarem utilizando modais de transporte inadequado para certo tipo de produto, grande parte desses custos depende do modal de transporte utilizado como ferroviários, rodoviários, aéreo, aquaviário e duto viário. Como também existe custos de armazenagem e distribuição dos bens, sendo esses custos um estimulador do comércio entre países e regiões. O impacto da crise está diretamente ligada com grandes perdas de produção, pois com alto preços de custos sobre o transporte, fica completamente inviavél a distribuição da matéria prima, afetando e paralisando todo o comércio global, por esse motivo da grande concentração de desempregados e a difilcudade de estudantes conseguir o primeiro emprego.

A crise financeira principalmente no Brasil, já está sendo afetada por duas vertentes, por um lado ajuda a cobrir os custos logísticos através do aumento do Dolár(moeda americana), assim muitas empresas ganham nas exportações, através do recebimento em Dolár e sendo transformados os valores para o Real(moeda brasileira). Pelo outro lado da moeda, o mesmo se torna um empecilho para a economia empresarial, o que influência no preço da gasolina ao qual está diretamente ligada no custo do transporte, no entanto as empresas precisam cobrir outros custos internos, como aluguéis, impostos, energia elétrica, telefone, salários, entre tantos outros custos, o que pode acarretar elevados custos no preço final do produto.

Referências Bibliográfica

LIMA, Maurício Pimenta. Logística Empresarial: Custos logísticos: uma visão gerencial. São Paulo: atlas, 2000.

BALLOU, Ronald H. Logística Empresarial: Logística - Uma função essencial na empresa. São Paulo: atlas, 2007.

7.03.2009

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO


A qualidade de vida no trabalho não é mais um diferencial, mas sim uma exigência de mercado, pois as empresas que não estiver com pessoas em primeiro plano, dificilmente vão se torna competitiva no mercado
.

Enquanto as organizações preocupam-se em ser mais competitivas, produzindo mais e melhor a custos menores, os empregados buscam no interior das empresas onde trabalham a compensação do estresse causado pela busca frenética de resultados.

Segundo Limongi França (2007), o atual contexto social e econômico caracteriza-se por demandar de quando parte das empresas terão uma crescente atenção com seus ativos intangíveis.

A qualidade de vida no trabalho não decorre apenas do salário acima do mercado, e sim resulta em tratamento humano, da gentileza e da leveza nas relações. Não se pode esperar qualidade no desempenho de pessoas que carecem de qualidade em seu próprio trabalho.

A qualidade de vida no trabalho se apresenta como uma preocupação do homem deu-se inicio da sua existência, com objetivo de facilitar ou trazer satisfação e bem-estar ao trabalhador na execução de suas tarefas. "O conceito de qualidade de vida engloba vários aspectos como físicos, ambientais e psicológicos do local de trabalho"(CHIAVENATO, 2004).

No Brasil, a preocupação com a qualidade de vida no trabalho, surgiu mas tardiamente, em função da preocupação com a competitividade das empresas num contexto de maior abertura para importação de produtos estrangeiros e na esteira dos programas de qualidade total.

Muitos são os conceitos de QVT entendidos por autores da Administração, mas pode-se entender qualidade de vida como satisfação e bem-estar de cada um deles.

A qualidade de vida tem sido utilizada como indicador das experiências humanas no local de trabalho e do grau de satisfação das pessoas que desempenham o trabalho. O conceito de qualidade de vida implica um profundo respeito pelas pessoas. Para alcançar níveis elevados de qualidade e produtividade, as organizações precisam de pessoas motivadas, que participam ativamente nos trabalhos que executam e que sejam adequadamente recompensadas pelas suas contribuições. A competitividade organizacional - e obviamente, a qualidade e produtividade - passam obrigatoriamente pela qualidade de vida no trabalho.

Referências Bibliográficas

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas - O Novo Papel dos Recursos Humanos nas Organizações. São Paulo: Editora Campus, 2004.

DE AZEVEDO, Márcia Maria Nascimento; DE AZEVEDO, Stephen Nascimento. QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO DOS EMPREGADOS DA AZEVEDO METAIS. Monografia de Administração, 2007.

FRANÇA, Ana Cristina Limongi; ARELLANO, Eliete Bernal. As pessoas na organização - Qualidade de vida no trabalho. 7ª edição. São Paulo: Editora Gente, 2007.

MARRAS, Jean Pierre. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS - DO OPERACIONAL AO ESTRATÉGICO. 11ª edição. Pág. 31, São Paulo: Editora Futura, 2005.